segunda-feira, 14 de abril de 2025
quarta-feira, 9 de abril de 2025
Família Rampanelli - Álbum de Família - Parte 1 - Apresentando a família de Luigi Giácomo Salvatore Rampanelli e de Constanza Pozza.
Luigi Giacomo Salvatore Rampanelli. Foi o 1º filho de Giuseppe Rampanelli e de Angela Nicolodi, nascido em 28/03/1861 em Cembra na Áustria, hoje Itália. Chegou no Brasil em 1875, com 14 anos de idade, com seus pais Giuseppe/Angela e seus três irmãos Pietro (9) Giovanni (6) e Giuditta (1).
Luigi casou em 08.11.1884, com Constanza Pozza (1863-1948), sua companheira de viagem ao Brasil em 1875, filha de Nicolas Pozza e de Julia Tomazini. Segundo descendentes teriam fugido de casa para casar.
Luigi faleceu em 14.07.1924 na linha sete, seção Cravo em São Valentim no Rio Grande do Sul. Constanza faleceu em 14.12.1948.
Tiveram 2 filhos: José Antônio Rampanelli nascido em 1892 e falecido em 1958. José Antônio casou com Thereza Cartelli (1898-1973) em 22.07.1916 e tiveram 11 filhos (João Tranquilo, Teolindo Antônio, Albino Manoel, Eduardo, Selvino Sebastião, Rozina, Delizia, Maria Guerina, Dolores, Elza Terezinha e Ilda Rampanelli). Ainda vivem as filhas Ilda e Elza.
O segundo filho Carlos Rampanelli nascido em 1895, segundo familiares, teria sido adotado por Luigi e Constanza. Carlos Casou com Rosa Pazini e teve 9 filhos (Vespasiano Correa, Virte, Passiano Luiz. Inês, Deolinda, Jeninho Luiz, Hugo Angelim, Ernesto Antônio e Olga Rampanelli) e num segundo casamento com Dercilia Lorensi tiveram mais dois filhos (Eva e Antônio Rampanelli). Das primeiras núpcias só vive ainda o filho Ernesto Antonio. Das segundas núpcias ainda vive o filho Antônio. Sobre a irmã Eva, seu irmão Antônio não tem notícias há mais de 40 anos. Carlos faleceu em 1963.
sábado, 5 de abril de 2025
Família Rampanelli - Capítulo XXXVII - O BRASIL RAMPANELLI
Migração para o Oeste de Santa Catarina
No
começo do século XX, os filhos dos imigrantes italianos/trentinos e alemães
estabelecidos no Rio Grande do Sul começaram a se instalar no território
catarinense, tomado por imensas florestas. No estado vizinho também
reproduziu-se o modelo dos nossos primeiros imigrantes que em pequenas
propriedades praticavam uma agricultura de subsistência. Dezenas de cidades no
oeste e no meio-oeste do estado catarinense foram fundadas por gaúchos.
Migração
para o Oeste do Paraná
Depois
que as terras do oeste catarinense foram incorporadas à produção, num processo
que durou por três a quatro décadas, os agricultores gaúchos e seus familiares
avançaram para o Paraná, ocupando terras no oeste paranaense vendidas por
empresas colonizadoras sediadas no Rio Grande do Sul.
Os
efeitos da urbanização
Nos
anos de 1950, na era Vargas, quando se dá início ao processo de
mecanização das lavouras, as questões do campo se agravam. O país ingressa
simultaneamente num período de acelerada industrialização, fazendo com que os
cidadãos das pequenas cidades e do campo acorrem às grandes cidades em busca de
melhores oportunidades, através de um trabalho melhor remunerado ou em busca de
educação para seus filhos.
A
grande migração para o Norte e Centro-Oeste
No
início dos anos 1970 os gaúchos e filhos de gaúchos nascidos em Santa Catarina
e Paraná avançam para o Norte e para o Centro-Oeste. Buscam nessa nova
fronteira agrícola uma porção de terras para plantar. O processo de mecanização
da agricultura permitiu que um grupo familiar, com a ajuda de tratores e
colheitadeiras pudessem explorar uma área bem mais extensa.
Ao
longo dos anos 70, principalmente no final da década e até a metade dos anos
80, os gaúchos se espraiam pelo Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia.
O Brasil
Rampanelli
A família Rampanelli participou ativamente destes movimentos migratórios em busca de novas terras, espraiando-se por todas as regiões das novas fronteiras agrícolas brasileiras, chegando atualmente no Paraguai. Nestes estados encontramos um grande número de descendentes de Giuseppe Rampanelli e de Angela Nicolodi, formando o que podemos chamar de "O Brasil Rampanelli".
Família Rampanelli no Brasil
PARANÁ
MATO GROSSO DO SUL
sexta-feira, 4 de abril de 2025
Família Rampanelli - Histórias da Família 16 - José Antonio Rampanelli - O primeiro professor da família no Brasil
O
PRIMEIRO PROFESSOR DA FAMÍLIA RAMPANELLI NO BRASIL
JOSÉ
ANTONIO RAMPANELLI, foi o primeiro filho de Luigi Giácomo Salvatore Rampanelli
e de Constanza Pozza, nasceu em 18 de março de 1891 em Bento Gonçalves/RS.
José Antônio casou com Thereza Cartelli, filha de Luiz Cartelli e de Angela Zanoni, nascida no dia 16 de outubro de 1898. O casamento aconteceu no dia 22 de julho de 1916, no Distrito de Esperança, atual município de Vespasiano Corrêa/RS. Thereza era a irmã mais nova de Maria Cartelli que era casada com Giovanni Rampanelli, tio de José Antônio. Da união de José Antônio com Thereza nasceram 11 filhos: João Tranquilo, Teolindo Antonio, Albino Manoel, Eduardo, Selvino Sebastião, Rozina, Delezia, Maria Guerina, Dolores, Elza Terezinha e Ilda Rampanelli.
Professor José Antônio Rampanelli. Acervo de Ilda Rampanelli.
Na
década de 1910, José Antônio, ainda jovem, mudou-se com seus pais de Bento
Gonçalves/RS para a Colônia Guaporé/RS, fixando residência na localidade de
Vespasiano Corrêa/RS, onde casou e teve os primeiros filhos.
Anos
mais tarde, com a família aumentando foi necessário buscar novas terras e o
destino da família foi a Colônia Erechim, mais precisamente na região, onde se
localizam os municípios de São Valentim, Benjamin Constant do Sul e Erval
Grande, todos no Rio Grande do Sul.
Posteriormente
uma parte da família mudou-se para Santa Catarina, residindo a maioria na
região de Chapecó. A filha Maria Guerina casou com João Dalla Rosa e fixou
residência em Serafina Corrêa/RS, após ficar viúva, foi morar com as filhas em
Viamão/RS, lugar que veio a falecer.
José
Antônio tinha uma boa formação, era professor e falava vários idiomas. A
família de José Antônio também se dedicou a agricultura, especialmente ao
cultivo de trigo na região, junto ao rio Lajeado Grande em Erval Grande/RS.
Família Rampanelli na colheita do trigo, finais dos anos 1940 em São Valentim/RS. Na imagem: José Antonio Rampanelli, seus filhos Selvino Sebastião, Teolindo Antônio e Eduardo Rampanelli. Fonte: Arquivo pessoal de Ilda Rampanelli (a criança menor na imagem) neta de José Antonio Rampanelli.
José
Antonio faleceu em 05 de junho de 1958, com 67 anos, sendo sepultado no
cemitério municipal de Xanxerê/SC e Thereza faleceu em 08 de março de 1973, com
75 anos e foi sepultada no cemitério de Passo Fundo/RS.
Dos
onze filhos de José Antônio e Thereza, apenas dois ainda vivem, Elza
(Tapejara/RS) e Ilda (Porto Alegre/RS), os demais são falecidos.
quinta-feira, 3 de abril de 2025
Família Rampanelli - Capítulo XXXVI - Colônia Erechim - 1ª Parte - Família Rampanelli em busca de novas terras
A Família Rampanelli na busca por
novas terras
“O homem que tem
saúde não deve emigrar por falta de recursos, mas por falta de trabalho. O
homem quando se muda, deve ir para um lugar onde haja terras disponíveis para
trabalhar, e não para um lugar onde pode encontrar esmolas”. (Mateus Venturini, 76 anos, imigrante
estabelecido na Colônia Silveira Martins em 1883).
E
assim fez a família Rampanelli nesses 150 anos no Brasil. Como verdadeiros
homens da terra, sempre estiveram presentes nos movimentos, em busca de trabalho, em novas terras disponíveis, onde quer que elas
se encontrem, para dar uma vida melhor
para seus filhos e netos.
A família Rampanelli não
foi exceção, também participou da grande diáspora do povo gaúcho, acompanhando
as grandes movimentações do povo sul-riograndense pelas novas fronteiras
agrícolas de todo o Brasil. Dá para afirmar sem medo de errar que em todos os
lugares deste Brasil em que novas terras foram incorporadas à produção
agrícola, lá estava um Rampanelli.
Família Rampanelli no Brasil
Da Colônia Guaporé para a Colônia
Erechim –
1908
A ocupação dos campos do alto Uruguai, no norte do Rio Grande do Sul, ocorre no final do século XIX. Esta região em 1893 já era ocupada por índios Kainganges, muitos deles haviam sido deslocados das regiões de colonização italiana na serra gaúcha. Neste mesmo ano a região passa a receber as levas iniciais de imigração branca, em boa parte composta por fugitivos da revolução federalista (da degola) que vinha ocorrendo no sul do Brasil que aqui se estabeleceram e se miscigenaram com os índios. Também os bandeirantes que passaram pela região deixaram suas descendências, os caboclos.
Mas é somente no ano de 1908 que a Diretoria de Terras e Colonização, através de seu Diretor Carlos Torres Gonçalves, cria através de decreto a Colônia Erechim, com a finalidade de colonizar através da posse das terras desta região, localizada em zona de fronteira internacional, e estabelecer uma barreira humana contra invasões externas. Tinha também por objetivo o de produzir excedentes e artigos de primeira necessidade para abastecer o mercado interno. O seu núcleo urbano foi implantado em 1910, no atual município de Getúlio Vargas. Em 1913 o núcleo foi transferido para a localidade de Paiol Grande, atual município de Erechim, que passou a ser a nova sede da colônia. Em 1916 a Comissão de Terras também é transferida para Paiol Grande. A emancipação da colônia se dá no ano de 1918.
O elemento escolhido para realizar essa ocupação foi o imigrante europeu e seus descendentes, que já ocupavam terras em outras regiões no Rio Grande do Sul. Este imigrante era visto como colono ideal, portador de técnicas mais adequadas e avançadas para produzir o desenvolvimento econômico e social da região, de outro modo, considerado superior ao caboclo e ao indígena.
O objeto desta colonização tinha por base estabelecer elementos de diferentes etnias e culturas na região, mas foi o camponês italiano, sem posses, que se deslocou em maior número e em grande parte provenientes da migração interna das colônias velhas, localizadas na região serrana, entre elas a Colônia Guaporé, de onde vieram a maioria dos descendentes da família Rampanelli.
A Colônia Erechim localizada no norte do estado do Rio Grande do Sul e inserida no conjunto das chamadas novas colônias, sendo das últimas criadas com a intenção de ocupar o restante das terras de áreas devolutas no estado. A população que ocupou esta colônia foi fruto do esgotamento das terras nas colônias velhas e era composta pelas segundas e terceiras gerações dos imigrantes que povoaram a serra gaúcha.
Os fatores facilitadores a esse deslocamento interno de muitos filhos de imigrantes, quando não famílias inteiras, foi devido ao esgotamento dos lotes de terras nas colônias velhas e a conclusão da estrada de ferro que ligava São Paulo ao Rio Grande. Embora criada em 1908 a Colônia Erechim passou a ser efetivamente mais ocupada a partir de 1910 com a chegada do trem.
Estação Ferroviária de Paio Grande - Colônia Erechim em 1917. Fonte: Wikipédia
A ferrovia, construída por companhias belga e inglesa, foi responsável por várias mudanças no Rio Grande do Sul, entre estas impulsionou a reocupação e o desenvolvimento econômico da região de Erechim. Foi este meio de transporte que atraiu novos migrantes, que de forma espontânea ocuparam os lotes, num primeiro momento demarcados com 50 hectares, alterando-se em momento posterior para 25 hectares. A exploração dessas terras se deu pelo sistema de minifúndios, isto é, através de pequenas propriedades, onde o solo era trabalhado pelas famílias dos colonos.
O camponês europeu, entre eles a família Rampanelli, emigrou para a América com a intenção de se tornar proprietário do seu pedaço de terra. A vida desse imigrante era baseada na terra, trabalho e família, por isso constituía famílias imensas, para utilizar essa mão de obra para produzir, quitar seus lotes e poder adquirir mais terras para distribuir aos filhos, principalmente os filhos homens.
Portanto, mais uma vez a família Rampanelli, tendo por base os elementos terra, trabalho e família, como as abelhas, abandona seus ninhos na Colônia Guaporé para construir novos ninhos na Colônia Erechim. Apesar de que a maioria da família ao longo dos anos realizou esse movimento, uma boa parte permaneceu ocupando seus antigos ninhos ou mudando-se para lugares próximos, dentro ou fora da área abrangida pela Colônia Guaporé.
Fonte:http://arquivohistoricoerechim.blogspot.com.br/2011/07/imigrantes-o-inicio-de-tudo.html
quarta-feira, 2 de abril de 2025
Família Rampanelli - Capítulo XXXV - A Família Rampanelli na Linha 11 (Serafina Corrêa-RS)
De Linha 11 à Serafina Corrêa
Entre
as 22 linhas da colônia de Guaporé, encontrava-se a linha 11, que em 22 de
julho de 1960, tornou-se o município de Serafina Corrêa, desmembrando-se do
município de Guaporé, antiga sede da colônia. A colonização da antiga linha 11,
iniciou por volta de 1892, com a chegada
de seus primeiros moradores, entre eles José Franciosi, Orestes Assoni, Antônio
Marin, João Variani, Achyles Cervieri, Anibal Fornari, Francisco Pan, famílias
Soccol, Corso e Martinelli, imigrantes oriundos do norte da Itália.
Até
1910 também era conhecida como povoado Dona Fifina Corrêa. Em 1911 é elevada a
5º Distrito de Guaporé. Em 1921 passa de Capela Curada a Paróquia sob o orago
de Nossa Senhora do Rosário de Guaporé.
Em 1924 foi rebaixada novamente a povoado, voltando a ser o 8º Distrito no ano seguinte. De novo rebaixada a povoado em 1929. Com a intervenção do Estado no ano de 1930, foi novamente estabelecida à condição anterior, agora como 9º Distrito de Guaporé, condição que permaneceu até a sua emancipação em 1960.
O
nome Serafina Corrêa é uma homenagem à esposa do primeiro Intendente de
Guaporé, engenheiro Vespasiano Corrêa.
Imagem:Serafina Corrêa(DonaFifina).
Fonte:
A
família Rampanelli entra para a história da Linha 11, atual Serafina Corrêa no
ano de 1941 e continua fazendo história até hoje.
Homenagem da comunidade
serafinense as famílias de seus primeiros moradores, os colonos imigrantes e
seus descendentes. Entre eles a família Rampanelli, último nome na placa.
Os imigrantes
pioneiros da Linha 11, atual Serafina Corrêa-RS. Fundos, da esquerda para a
direita: Antenor Davi, Fioravante Cervieri, José Zilio, João Corso, André
Rossi, Benjamin Vivian, Narciso Zilio. Frente,
da esquerda para a direita: Pedro Zambenedetti, Francisco Badanese, José
Franciosi, José Girardi, Aníbal Fornari, Francisco Pan e Orestes Assoni. Fonte: Livro Serafina Corrêa – memórias da Linha 11.
(Re) fazendo o percurso de Carlo
Costante Rampanelli e de seus descendentes
Carlo Costante Rampanelli foi o primeiro filho brasileiro de Giuseppe Rampanelli e Angela Nicolodi, nascido na Colônia Dona Isabel, hoje cidade de Bento Gonçalves, em 06 de junho de 1878.
Casou com Catherina Bonatto, filha de Pietro Bonatto e de Luigia Fabris, nascida em Gênova na Itália em 05 de março de 1878. Catherina emigrou com sua família para o Brasil com cinco anos de idade. Desta união, realizada em 11 de novembro de 1898 em Bento Gonçalves/RS, nasceram 11 filhos, Ludovico, Ângela Luiza, Fioravante, José, Judithe, Arlindo, Ida, Vitória, Antônio, Leonildo e Elide Rampanelli.
Imagem: Carlo Rampanelli e Catherina Bonatto;
Carlo mudou-se para a Colônia Deodorópolis, atual município de Dois Lajeados, após a morte de seu pai Giuseppe Rampanelli em 1899, adquirindo terras na Linha Visconde de Sabóia (Censo 1920), onde permaneceu até 1941.
Carlo transferiu-se, em 1941, período da segunda Guerra Mundial (1939-1945) com sua família para a Linha 11, atual Serafina Corrêa, à época Distrito de Guaporé, motivado pela grande demanda de trabalho, em busca de novas oportunidades para seus filhos menores, Ida, Elide e o pai deste autor, Leonildo Rampanelli.
Carlo
Costante Rampanelli e seus netos em Campinas do Sul/RS.
O
autor Luiz Rampanelli e os nonos Carlo e Catherina
Desde criança, sempre fui muito curioso em
relação aos meus avós, pois infelizmente convivi muito pouco tempo com eles. O
meu avô Carlo Rampanelli, brasileiro, filho de tiroleses austríacos, faleceu no ano de 1961, quando eu tinha apenas 3 anos
de idade, mas mesmo assim guardo na
memória dois momentos: o primeiro, quando ele ficava sentado num cepo de
madeira, usado para rachar lenha, em frente a um forno de barro, de assar pão,
onde preparava o seu cachimbo. Nesse momento eu sentava no seu colo, ainda
hoje, guardo na memória o aroma adocicado do tabaco. O segundo momento,
infelizmente muito triste, foi no dia do seu enterro em 12 de abril de 1961,
com 82 anos de idade. Vi a saída do
féretro de sua residência e acompanhei de longe enquanto se dirigiam ao
cemitério para o sepultamento. Ficou a sensação até hoje, de que naquele
momento perdia o meu avô para sempre.
Em relação a minha avó Catherina
Bonatto, de origem genovesa na Itália,
tive um convívio um pouco maior, não muito maior. Ela morava com minhas tias Elide e Ida em outra casa, que hoje não existe mais. Ela era de estatura
muito pequena, parecia uma criança e também como a maioria dos italianos, muito
religiosa, não faltava a missa nunca.
Acompanhei o drama da sua velhice e doença, ela faleceu em 01 de fevereiro de
1965 com 86 anos de idade, por insuficiência cardíaca, quando eu tinha apenas 7
anos de idade.
A Última Morada
Carlo e Catherina (Catharina)
faleceram em Serafina Corrêa, ele primeiro em 12 de abril de 1961, com 82
anos, ela em 01 de fevereiro de 1965,
com 86 anos, ambos, tendo como causa de morte, insuficiência cardíaca, estão
enterrados no jazigo da família no cemitério municipal de Serafina Corrêa-RS.